A editora Sônia Machado Jardim, do Grupo Record, foi eleita, nesta sexta-feira (16/5), para presidir, durante os próximos três anos, o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel). A votação aconteceu nas sedes do Snel no Rio e em São Paulo e foi bastante tranquila. Ela assume no final de junho no lugar do atual presidente Paulo Rocco, que ficou nove anos no cargo.
Nova diretoria quer ampliar representatividade do Snel
Além de Sônia Machado Jardim na presidência, a nova diretoria do Snel terá dois vices (Roberto Feith, da Objetiva, e Mauro Koogan Lorch, da Guanabara), o secretário Francisco Bilac Pinto (Forense), e o tesoureiro Eduardo Salomão (Imago). Estão na suplência Mariana Zahar Ribeiro (Jorge Zahar), Amarylis Manole (Manole), Martha Ribas (Casa da Palavra) e Bia Hetzel (Manati). Os titulares do Conselho Fiscal serão Andrés Cardo (Moderna), Paulo Lima (L&PM) e Jorge Carneiro (Ediouro), tendo como suplentes Luiz Alves Junior (Global), Suzana Sanson (Brinque Book) e Antônio Bellinello (Revista dos Tribunais). Marcos Pereira (Sextante) responderá pelo Conselho Editorial, Cláudio RothÜller (Campus) pelo Conselho de Atividades Correlatas e Sérgio Windholz (Cia das Letras) pelo Centro de Estudos e Pesquisas.
Postado por Galeno Amorim - 11h34
Cerlalc dirá como os países estão lendo
O Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc/Unesco) vai mostrar a quantas anda a prática da leitura nos principais países da Ibero-América. Pesquisas de Comportamento Leitor no Mundo será o tema do painel a ser apresentado pelo colombiano Luis Fernando Sarmiento, um dos maiores especialistas em políticas do livro no continente, no dia 28/5, em Brasília, no seminário Retratos da Leitura no Brasil. Durante o evento, realizado pelo Instituto Pró-Livro, serão anunciados os resultados finais do maior estudo sobre comportamento leitor da população brasileira feito até hoje no país. Para saber mais e participar do seminário, clique aqui. As vagas são gratuitas, porém limitadas.
Letras iluminadas Foto de Jairo Silva Local: Paranã (TO)
Para quem descobre os encantos que um livro aberto é capaz de despertar, a leitura é um caminho sem volta. Aquele imenso universo revelado sob os olhos, na forma de um amontoado de letras e muita imaginação, deixou encantados os personagens da imagem ao lado, no interior do Tocantins. Sem nunca terem conhecido uma biblioteca, eles tiveram acesso aos livros em uma iniciativa do projeto Letras de Luz, uma parceria da Fundação Victor Civita com a Energias do Brasil.
Veja destaca tema debatido pelo blog Veja - 14/5/2008
O debate em torno do Projeto de Lei que quer mudar o Código Civil para por fim à onda de proibições de livros no Brasil, amplamente divulgado pelo blog, foi o tema de uma reportagem na revista Veja da semana que passou.
Abrelivros reproduz nota do blog Abrelivros - 9/5/2008
Uma nota publicada pelo blog, sobre o seminário nacional para apresentação dos resultados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, marcado para o dia 28/5, foi destacada no site da Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros).
Notícias do blog em clipping eletrônico PublishNews - 9/5/2008
Na semana que passou, o blog foi três vezes notícia no PublishNews, o mais importante clipping para o mercado editorial brasileiro. Notas sobre a próxima presidente do Sindicato Nacional de Editores de Livros (Snel), Sônia Machado Jardim, sobre a próxima reunião do Conselho Diretivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e sobre o seminário nacional para apresentação dos resultados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil foram reproduzidas pelo PublishNews.
Postado por Galeno Amorim - 22h24
Abertas as inscrições para o seminário Retratos da Leitura
O Instituto Pró-Livro acaba de abrir as inscrições para o seminário nacional de apresentação dos resultados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, maior estudo feito até hoje no país sobre o comportamento leitor da população. Entre os conferencistas, alguns dos mais destacados especialistas dentro e fora do país. O encontro será no dia 28/5, em Brasília, e o número de vagas é bem limitado. Para garantir a sua, clique aqui.
No rastro do sucesso da nova safra de bons eventos culturais ligados ao mundo do livro, vem aí o Festival da Mantiqueira. Com bons nomes da literatura brasileira (Milton Hatoum, Zuenir Ventura, Marcelo Rubens Paiva, Mário Prata, Marçal de Aquino, Nelson Motta e mais), música de bom gosto e o friozinho de quase inverno, os Diálogos com a Literatura prometem esquentar São Francisco Xavier, perto de São José dos Campos (SP). Será de 30/5 e 1/6 e tem tudo para entrar na rota do turismo literário, onde já estão Paraty, Passo Fundo, Ouro Preto e Porto de Galinhas, entre outros.
Embalada pela decisão do Senado mexicano de fazer valer por lá a Lei do Preço Único, que fora vetada pelo então presidente Vicente Fox, a Associação Nacional de Livrarias (ANL) está convocando reunião das entidades do livro que apoiam iniciativa semelhante no Brasil. O encontro será na próxima terça-feira (20/5), em São Paulo. Eles farão um balanço do movimento por aqui, a começar pelas conversas que andaram tendo em Brasília nas últimas semanas. Mas, principalmente, a quantas anda o projeto que deve ser protocolado a qualquer momento no Congresso. Ainda sem um nome para batizá-la, por ora as entidades só a tratam como "a Lei".
ABEU quer influir mais nas políticas do livro e leitura
Começou nesta quarta-feira (14/5), em Recife, a reunião anual da Associação Brasileira das Editoras Universitárias, o evento mais esperado do ano para os editores universitários. Além de maior profissionalização da gestão, o presidente da ABEU, o gaúcho Valter Kuchenbecker, defende uma maior presença nas grandes discussões nacionais sobre políticas públicas do livro e leitura. Também acha que deve haver mais diálogo com as outras entidades do livro.
A Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) completa, na semana que vem, 40 anos de existência. Seção brasileira do IBBY (International Board on Books for Young People), a entidade goza de bom prestígio dentro e fora do país e tem a admiração e o respeito de todo mundo que atua no mundo do livro e da leitura. O que não é pouco. Tem, enfim, uma bonita história para ser contada. Organiza prêmios e faz seminários e salões de livro. Também é conhecida por suas listas de livros mais recomendados para ajudar a formar novos leitores. Quarenta anos depois e com muita luta nas costas, nunca perdeu seus encantos. Vida longa a ela!
O Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) vai a Minas neste sábado (17/5) para um encontro com bibliotecários e mediadores de leitura do estado. O evento acontecerá dentro da Bienal do Livro de Minas Gerais e o objetivo é tanto intensificar a presença dos projetos de livro e leitura no PNLL como estimular a criação do próprio plano estadual do livro e leitura, como começa a acontecer em outros estados. Veja a programação completa.
O Ministério da Cultura retomou esta semana as conversas internas para ver se finalmente consegue fechar o texto para a regulamentação da Lei do Livro. Um dos pontos mais polêmicos - o acesso dos deficientes visuais às obras publicadas no país - foi acertado há dois meses, na última reunião da Câmara Setorial do Livro e Leitura. De lá para cá, no entanto, pouca coisa andou. É bom se apressar: em junho vai fazer quatro anos que a minuta do decreto presidencial para regulamentar a lei, que é de 2003, começou a ser redigida.
Os editores brasileiros têm um encontro marcado com as urnas nesta sexta-feira, 16/5. É a data das eleições para a renovação da diretoria do Sindicato Nacional de Editores de Livros (Snel), a mais antiga entidade do livro no Brasil com abrangência nacional. Embora candidata única, Sônia Machado Jardim passou os últimos dias fazendo campanha atrás de votos. Ela está convencida da importância de sair ungida das urnas com o respaldo da classe. Está entusiasmadíssima e com um discurso de presidente prá lá de afinado. Isso deve fazer bem ao Snel e à cadeia produtiva do livro no Brasil. Os associados podem votar nas sedes do Snel no Rio e em São Paulo. Dá pra votar até por procuração.
Paulo Cesar: Brasil não pode ser tolhido de sua história
De Paulo Cesar de Araujo, autor do livro Roberto Carlos em Detalhes: "Seu blog está de parabéns por ter sugerido esta proposta, encampada pelo deputado Antônio Palocci, de mudança da lei sobre biografias no Brasil. O projeto é excelente, chegou em boa hora e vai proporcionar avanços institucionais sobre o tema. Não é mais possível que o nosso país tenha o estudo da história tolhido por uma legislação que dá respaldo a absurdas reclamações de biografados ou seus herdeiros. Basta lembrar que no processo movido contra mim Roberto Carlos diz, entre outras coisas, que sua história é um patrimônio particular dele e que só ele deveria escrever sua biografia. Por tudo isso, é mais do que necessário a mudança da legislação, tirando as brechas que nos impedem de exercer a liberdade de expressão e o direito à informação."
Livro para Todos. Este é o mote da campanha que será apresentada daqui a pouco pela DM9, uma das grandes agências de publicidade do país, para a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece em agosto. A Câmara Brasileira do Livro (CBL) quer aproveitar as comemorações dos 200 anos da chegada da indústria do livro no Brasil para fazer uma festa inesquecível.
Lei do preço do livro no México reanima livreiros independentes
O Senado mexicano acaba de aprovar a lei do preço único, que já recebera o voto favorável dos parlamentares mas fora vetada pelo então presidente Vicente Fox. Livreiros independentes brasileiros se regojizaram com a notícia, que deu fôlego novo para o movimento que empreendem por aqui para tentar mudar a legislação em vigor no país. Na América Latina, além do México também a Argentina já tem sua lei do preço fixo para os livros.
Do ex-presidente da Câmara Brasileira do Livro Armando Antongini sobre a Lei das Biografias: "Estamos no século XXI e muito me espanta que qualquer tipo de liberdade de expressão de um cidadão seja cerceada até mesmo nas biografias publicadas. A meu ver, dois pontos são importantes: a divulgação da verdade dos fatos em todos os níveis e, ao mesmo tempo, o estímulo à leitura. E a biografia é um forte agente multiplicador do hábito de leitura. Autores e editores têm, sim, uma responsabilidade: a de levar ao leitor a realidade da vida daqueles que colaboram na formação da opinião pública, seja por meio de uma biografia autorizada ou de uma não autorizada, desde que seja mantida a ética. Mas isso é muito diferente de serem penalizados por biografias não autorizadas de pessoas públicas. O fundamental é que a verdade e a ética neste tipo de literatura sejam sempre preservados. Até porque o editor e o autor colaboram sensivelmente para a cultura e para a formação do público."